Saibam os interessados que fiquei emocionada e saudosa com o que escrevi . É que tive tres pais: o meu, Antonio (filho) de Anrrique, Pai Pedro e Pai Henrique. Mãe: bem eu tive durante 23 anos só: ConstanTina de Pedro Paca - uma mulher e tanto. Bastava ela. Quando se foi, andei ganhando, emprestando, as mães das amigas. Prá ser justa: sempre tive uma suplente da melhor qualidade. Lourdes de Pedro Paca, minha Tia Lourdes agora bem velhinha e se esquecendo do que não suporta lembrar. Mas Tia Águeda ( mãe de Maria da Gloria Gadelha), Maria da Luz ( Mãe de Zélia Pessoa), Dona Beth ( mãe de Raul Córdula) e mais outras me deram maternagem de primeira por um bom tempo. Em João Pessoa e depois, no Rio. Tive sorte.
O casal Paca teve onze filhos.Manuel, José, Inácio, Miguel, Severina ( Didia), Joaquina ( Dizinha), Etelvina, Judith, ConstanTINA minha mãe, Lourdese Iraci. De lambuja ( como soía acontecer) ainda tinha Sebastião Paca, sobrinho e agregado da familia. Aconteceu de Tia Iraci pegar um nervosismo e tendo sido recomendado casamento, Pai Pedro ajeitou e Bastião que era bestinha por ela se casou. Fome com vontade de comer. E ganhamos uns primos maravilhosos e Bastião mais Tio Inacio foram os mais divertidos e amados tios de nossas Pacas vidas. Bastião mais. Homem de muitos instrumentos: ajeitava tudo . Tronchamente, mas ajeitava. Até capava gatos. Mick , um gato amarelo que tivemos odiava Bastião. Nós , as crianças o amávamos. Toda a ternura paca estava ali escondida. Por trás de beliscões, empurrões e mil brincadeiras. Saudades Bastião. Ele também era de Santa Cruz do Capibaribe.
O casal Morais teve onze filhos:João, Manuel ( Neco , meu amado Neco que tá fazendo 90 anos!!), José, Antonio meu pai, Luiz, Francisco, Severina, Maria, Inacia, Luzia (Lê-u-lu) e Das Dores .Tivemos portanto varios tios com nomes dobrados; alguns foram uma benção em nossas vidas . E historias incontaveis teríamos só com essa turma.Não fossem os quase sessenta primos de um lado e de outro. Se alguem fizera conta vai encontrar mais de cento e vinte.
A idéia não era fazer uma arvore genealógica mas como contar histórias sem estes (estas?) personagens tão importantes?
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